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Camarões vs Marrocos e os 6 treinadores africanos nos quartos da CAN 2025

Camarões vs Marrocos e os 6 treinadores africanos nos quartos da CAN 2025

● 14 de novembro de 2009

O dia, mês e ano da última derrota do Marrocos, em casa, numa partida oficial. E essa derrota foi precisamente frente ao adversário dos oitavos de final da Copa de África das Nações, que se realiza esta sexta-feira, às 18 horas.

O resultado tinha sido de 0-2, favorável aos Camarões, jogo de qualificação para o Mundial 2010. Os golos foram apontados po Achille Webo e Samuel Eto’o. A história voltará a repetir-se esta noite? A ver vamos…

● 6 em 8! Que façanha!

Sabia que seis (6) dos oito (8) selecionadores qualificados para os quartos de final da Copa de África das Nações 2025 são africanos?

Pois, é! Tantas vezes escutamos o ditado popular “santos de casa não fazem milagres”, porém David Pagou (Camarões), Thiaw Bouna Pape (Senegal), Walid Regragui (Marrocos), Eric Chelle (Nigéria), Hossam Hassan (Egito) e o campeão da última CAN, Emerson Faé (Costa do Marfim) têm provado justamente o contrário. Por vezes, em vez de gastar fortunas com selecionadores estrangeiros, convém dar oportunidades aos nossos.

● O feito torna-se ainda mais épico!

Este feito vai ainda mais longe e torna-se ainda mais épico, se levarmos em consideração que das seleções africanas, já confirmadas no Mundial 2026, são sete os selecionadores africanos que estarão nos Estados Unidos, Canada e México.

Além dos selecionadores do Marrocos, Costa do Marfim, Senegal e Egito, já mencionados a acrescentar os nomes de Pedro Brito “Bubista” (da nossa seleção nacional, Cabo Verde), Otto Addo (Gana) e Sami Trabelsi (Tunísia).

É caso para dizer: A era dos ‘feiticeiros brancos’ deu lugar aos ‘arquitetos da casa’. Estes treinadores estão a reescrever a história, provando que a união entre a experiência internacional e a sensibilidade local é a fórmula definitiva para o sucesso.

O sucesso dos treinadores africanos no palco mundial não é apenas uma vitória desportiva, mas o triunfo de uma identidade que finalmente comanda o seu próprio destino.

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